Bad Company Shooting Star :: Johnny está em má compania…

12/06/2007 · Imprima este artigo



Na história do Rock existem muitos Johnnys.

Depois do Johnny “Be Good” de Chuck Berrys vieram inúmeros… teve o Johnny desordeiro dos Garotos podres, o Johnny que morreu precocimente em um acidente de carro com 16 anos da Legião Urbana. Teve o Johnny que presenciou a morte da música em “American Pie” de Don McLean e o Johnny que foi cumprimentado com um “hi” pelos Mutantes.

Teve também o Johnny (que era o Jo Jo (que era o John Lennon)) que procurava erva da boa na Califórnia em “Get Back” e o Johnny que (era o Joe) de “Hey Joe” do Hendrix… por aí vão inúmeros Johnnys que, direta ou indiretamente, moram no imaginário do Rock.

Cantando então… que tal o Joãozinho Podre dos Sex Pistols e o Johnny Thorogood (péssimo para os ossos) fazendo um blues pra exterminador do futuro nenhum botar defeito.

Mas, de todos esses Johnnys (e de muitos outros que não coloquei no texto), eu me identifico mais com o que está em “Shooting Star” do Bad Company.

Bad Company foi uma puta banda de Hard Rock dos anos 70… infelizmente a banda foi ofuscada pelas contemporâneas Led Zeppelin e Queen e não teve muito êxito no Brasil (tudo bem, Shooting Star e Feel like make love fizeram relativo sucesso por aqui).

O Johnny de Shooting Star é um garoto que ouve Beatles quando está no colegial e pira o côco… compra uma guitarra, ensaia todas as noites e sai, desacreditado pela mãe, com um sonho de ser um “shooting star” (don´t you know?). Logo chega ao número um nas paradas para, em breve, ser encontrado morto em sua cama com uma garrafa de wiski nas mãos.

Rockão.

Hoje, Paul Rodgers, ex-vocalista do Bad Company, está excursionando com o Queen.

Assista Shooting Star

 

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