Bravus e as mudanças ou “A Alomorfia”

6/03/2008 · Imprima este artigo

Há alguns anos atrás, quando eu trabalhava como porteiro em uma empresa tercerizada de segurança, acontecia uma coisa assustadora comigo quase toda semana: a mudança.

Devido ao meu comportamento nada ortodoxo às normas locais, eu era constantemente transferido de um setor a outro. Isso causava em mim reações diversas: vontade de chorar, dor de barriga, desespero… tudo porque eu estava inseguro quanto ao desconhecido futuro, maior aspecto da mudança.

Uma coisa aconteceu com um prezado amigo meu essa semana e a vida dele mudou completamente. Ele me confessou sentir um pouco de medo e falamos sobre esse sentimento diante das mudanças. O medo, aquele mesmo do “Não tenha medo, seja Bravus”, as vezes deve ser adaptado para “Tudo bem, pra ser Bravus tem que ter um pouquinho de frio na barriga”.

Porquê o medo nos move para frente, porquê o medo é um reflexo de que estamos saindo de uma zona de segurança para o desconhecido.

Foi assim na primeira vez que mudamos o incrível primeiro tema do Bravus, que nos dava credibilidade e um diferencial no mundo dos Blogs, para um tema comum, porém com mais recursos de navegabilidade, tudo isso para oferecer mais conforto ao visitante.

Está sendo assim agora… o Bravus está se transformando, saindo de sua zona de segurança para um novo mundo que, esperamos, seja melhor para nós e para você. Isso tudo pela razão do crescimento. Acreditamos que 4 mil e quinhentos acessos por dia merece um tema com cuidado maior, um layout mais elaborado e com mais opções.

Uma mudança que oficializa uma nova era para nós, com mais dois bravus articulistas fixos: Martine e Vini Atalaia, além do retorno do Bravusman Marquinhos, turbinando o Bravus com imagens alucinantes.

Mas não se engane… mesmo com um pouquinho de medo, estamos mais Bravus do que nunca!

[tags]Mudança, Bravus, Layout, Melhorar, Evolução[/tags]

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Comentários

3 Comentários para “Bravus e as mudanças ou “A Alomorfia””

  1. Vanderson on março 7th, 2008 13:25

    Parabéns pela coragem da mudança!!!!

  2. Ester Beatriz on março 7th, 2008 18:07

    Pois não tenha medo Denis!!! Ficou um espetáculo o novo look!!
    Parabéns!!! \o/

  3. Haddammann on junho 1st, 2009 14:27

    O olho que te vê.
    (Parte Um) (Extensão do Dossiê Haddammann)

    Seguramente uma coisa que o ser humano mais deve sentir asco na vida é a espreita, a vigia, o olho que esgueira … A sensação de não ter liberdade, de estar como potencial culpado, um iminente criminoso, um ‘capaz’ de fazer ‘o mal’ a qualquer instante.
    E as ruas lotam de câmeras em cima de todos, sua vida numa sociedade ‘tão moderna’ é mais presa do que a dos homens das cavernas com mêdo dos animais ferozes.
    Quem e o que então nos vigia?
    Esse é o foco deste texto.
    Quem é o seu tutor? Até então nem sequer foi cogitado por você mesmo que uns aí se tomaram do esquisito problema psicológico de que São Mais Melhor de Bons para nos vigiar. Quem são os que nos vigiam?
    A que raios de cabeças estamos presos mesmo fora das prisões, e que cabeças prenderam muitos e criaram tantas prisões? A que gigolô psicológico estamos nos vendendo, prostituindo nossa liberdade de viver, nossa civilidade, nosso bem-estar?
    Alguém embaixo de sua janela passa com um cachorrinho, pra lá e pra cá, como quem não quer nada. Alguém que não tem nada a ver com a sua vida pergunta lá na esquina sobre você. A quem interessa isso? Isso é Sociedade?
    Agora nós é que vamos olhar pra isso; sim, vamos olhar pra isso que nos olha, devagar.
    “Havia algo de insano naqueles olhos …” (Nenhum de nós). Que olhos são esses? O que e quem se presta a nos prejudicar? Faz de graça? Que ‘bondade’ é essa que nos espreita? Que ‘segurança’ é essa que pré nos incrimina? O que esses ‘protetores’ olhos querem de nós? Nós os conhecemos? Ou só eles nos conhecem? Vêem tudo de nós, mas nós sabemos onde estão, o que são? O que estamos sustentando com nosso próprio aprisionamento?
    “O que está olhando pra você …”?
    Quem e o que está insuflando a violência e o nosso sofrimento, como sacrifício para sobreviver dela, para lucrar com a nossa desgraça?

    Suzane von Richthofen, O Hediondo “Sacrifício”. O “Formato” Da Injustiça.

    Quisera que ela tivesse nascido pensadora (uma investigadora exímia da Natureza), e talvez poderia ter saído de tal túnel em que a embrenharam. O jogo da manipulação do mais alto engendramento de domínio de um numeroso povo recai sobre um simples e único indivíduo, armando uma sombra de expectação, medo, para imposição de uma ‘disciplina’, para que se tenha na mão dos que se dispensaram de todo o escrúpulo, a arma da ‘moral’ e a do ‘respeito’ fabricadas tão ignominiosamente pelos manipuladores para nunca servirem a quem pensa que as têm e dubiamente estarem arranjadinhas para destroçar os que pensam que o escrúpulo é um suporte, um esteio. Porque a mira dos que ‘trabalham’ a vida alheia como reses, como fonte de lucro, como instrumento de imposturas, apanham surpresos os que imaginam, ou imaginaram, que tivessem como reserva de sobrevivência a dignidade.
    O ‘jogo’ que apanhou essa garota, pegou Ayrton, pegou Pelé, pegou Abílio Diniz, pegou o Sílvio Santos, o Tim Lopes, o Marcus Menna, o Maestro Fleverson, e o coração e as entranhas de um pensador que nada, a nada se expunha para ser ‘escolhido’ ou mirado pela vista dos atormentadores da civilidade humana que maquinadamente tecem as tramas desse ‘jogo’. Enquanto a Civilidade Humana adular e sustentar com regalias os que se auto-proclamaram usurpadoramente como tutores e ‘aconselhadores’ da nossa vida, pela ‘esperteza’ que os faz borrar pra nós a fantasia de uma altíssima mentira, enquanto isso acontecer, descambaremos como Sociedade; e sentiremos sempre o gosto repetido de extinção de cada uma de nossas Civilizações.
    Quando nossas riquezas e propriedades produzidas por nós com esmero trazem contentamento, e pensamos que a dignidade de conseguí-las nos dão suporte, aí vemos o espreitar das máfias, que se avolumam em ganância e em inumana insanidade, e todos vêem vidas, desastrosas vidas, rolarem em sofrimento sem explicação alguma que alinhave pra alguma gente sã como são tomadas de nós nossas felicidades. E os insanos se esbaldam na confusão, no alarido, no fervor da estupidez ludibriada, que esquenta o caldo da feiúra que desgraça a beleza da vida humana.

    Susaze Von Ricthofen, garota, uma menina da mais desgraçada geração vítima do deslavado “sacrifício religioso moderno”; para impor o “formato” da “disciplina” religiosa; que apanha QUALQUER UM que possa ser “visado” como “não adequadamente submisso” aos ditames dos “mandantes”das vidas das pessoas; os “ditadores de verdades inventadas”; os famigerados parasitas religiosos.
    Quando o povo andino deu-se conta de como estava sendo usado e dizimado pelos sacerdotes refestelados como nababos sobre a desgraça do povo, e quando deram em cima desse vírus parasita já era tarde, tarde demais, porque já haviam mais uma vez destruído a mentalidade, o viço, a riqueza, de outra civilização.

    Só um espúrio conluio pode sustentar hoje um tal descaramento de mentiras ser enfiado à força na cara de todos; e com tais ‘latas’ estanhadas que ninguém, nem bandidos, acreditam que tal monta de tal hospício possa subsistir como Sociedade.

    ANOTAÇÕES EXTRAÍDAS DOS ESTUDOS SOCIAIS DE HADDAMMANN VERON SINN-KLYSS.

    Fatos para a Lei e atenção da Justiça – (do íntimo humano e da aparência social).

    Escrúpulo – o que não tiver este parâmetro na consciência atua inevitavelmente para o prejuízo da cidadania livre, a que tem princípios para orientar a vida em liberdade.
    — o escrúpulo é a expressão da reflexão dos limites dos princípios.
    Princípios – são parâmetros de ação que estipulam proteção individual e coletiva para que haja ordem na liberdade.
    Ordem – a ordem é proposta por diretrizes que dão possibilidades aos movimentos livres manterem a estrutura social.

    As duas primeiras importâncias acima são categoricamente subdivisíveis – são importâncias entre o visível, o sensível e o reflectível; que determinam a priori o valor duma palavra que se apresenta num juízo, e o merecimento do valor identificativo dum cidadão.
    As linhas de ação perniciosas na sociedade iniciam-se fundamentalmente em relação a essas duas importâncias (que não se mostram muito nitidamente; por mais paradoxal que isso possa ser), pois essas linhas se camuflam facilmente na ‘transparência’ da normalidade.

    A vestimenta da ‘normalidade’ (com seus enfeites e defensores esquizofrênicos de ‘moral’ e ‘respeito’) pode esconder indivíduos sem escrúpulo algum, que se “apegam” (se adaptam) por interesses com muita facilidade.

    Exemplo de falta de escrúpulo:
    Um adolescente, filho de um servidor público ‘zeloso’ e de uma vendedora de roupas a domicílio fervorosamente religiosa, expõe assim seu pensamento:
    –Se eu tiver sozinho com um amigo, e ele tiver com um ‘bolo’ de dinheiro na mão, e eu tiver com uma faca, eu furo ele, meto facada nele, e fico com tudo. Ninguém vai saber mesmo.
    Esse visgo poluído e contaminante que corre nesse ser, expressa um perfil em sua família, em sua educação, e em sua atitude vital.
    Este indivíduo tem todo o amparo da normalidade. Andará com o filho de alguém cujos pais atentos a coisas superficiais não desconfiarão.

    Esse lamentável fato mostra a idiotice embutida na crença do ôlho que ‘tudo vê’; cujos ‘crentes’ sabem que eles próprios são os que vigiam, espreitam, que vêem e armam as ‘oportunidades’ de causar prejuízo; e mais que quaisquer outros seres humanos sabem perfeitamente que o ‘altíssimo’ e nocivo ‘olho’ é cego e protetor dos mais ‘adaptados’ a artimanhas.

    Na ruptura da barragem do Piauí/BR o repórter mostra uma igreja completamente destruída, pessoas simples categoricamente humildes em estado de sofrimento sem cabimento de culpa; e em meio a tanto impacto destrutor um imbecil se põe como ‘galardoado’ porque uma arvorezinha descendo na enchurrada ‘aparece’ como ‘divina’ mão que protege. Milhares de desbrigados e muita calamidade com agravo de supressão de vidas; e o ‘estúpido’ ‘abençoado’ se dá a ‘agraciado’ pelo ‘olho’ que o viu como tão ‘boa’ criatura. ‘digna’ de salvamento. Esse pensamento egoistamente nocivo, daninho à presteza de cooperatividade civil com a vida de outros seres humanos, mostra bem o fruto do que colhemos com a ‘boa’ educação dos ‘mandantes’ das cadeias religiosas.

    Mas, de todo esse acervo de lições, felizmente já sabemos por nossa evolução que não é a força e nem o mais ‘adaptado’ para tecer embustes, que faz o sustentamento da Justiça.

    Um adulto não tem condições de “acessar” o pensamento de um adolescente se tiver ascendência sobre ele. Nenhuma pesquisa familiar, social, consegue a veracidade do íntimo deles. A não ser em seu habitar, no meio de todas as direções em que vivem.

    EM SUMA:

    A Natureza é firmada pela Justiça.
    Quanto mais apta for uma pessoa a apreender a performance da Justiça, mais será ela capaz de exercer a amizade e a cidadania.
    Apreender a paradoxal performance da Justiça implica compreender os princípios que estabelecem o ESPAÇO; quanto mais consciência uma pessoa conseguir sobre o Ambiente Espacial mais próxima da Justiça ela estará.

    Do preestabelecimento da Justiça nasce a ordem, a forma, os ciclos construtivos e as evoluções.

    Uma noção esclarecedora sobre os princípios que estabelecem o ESPAÇO e que podem promover um suporte para a vida humana (individual e social) pode ser vista através dos reminiscentes textos dos livros quase todos destruídos, usurpados, que erigiram a Sabedoria da Física Sem Fio, da obra O ESPAÇO e a Procedência do Movimento, do sobrevivente autor Haddammann Veron Sinn-Klyss.

    Domingo, 31 de maio de 2009 – Rio de janeiro/Barra- Brasil.

    OBS.: Prometendo ‘pensão’ vitalícia à militância REAL a ser sustentada pela Petrobrás e ‘tributação’ da Poupança, o impeachment-ambulante ‘compra’ o voto ‘abençoado’ do beijo na boca no RJ.
    Os ‘ditadores de verdades inventadas’ e seus séquitos de zumbis desmiolados tecem os ‘planos pra sua vida’. Intentam manter em rebuliço a enganação, e com um intuito corrosivo (para vida civil) endossar a traição. A América Latina está sendo manobrada como ‘Senzala da Realeza do Socialismo Divino’ para servir de Capital do Continente Africano. Os ‘ditadores de verdades inventadas’ estão destroçando as nações para impingir mais esta desgraça na história da Sociedade.

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