Quadrinhos Antigos

Quadrinhos Antigos
Os Quadrinhos foram um problema para mim quando eu tinha uns 14 anos. Viciei. Comprava vários títulos, gastava tudo o que eu ganhava do meu trabalho na loja de colchões com quadrinhos, no mesmo dia que recebia, gastava
Este vicio durou de 1994 até 1997, mais ou menos, quando finalmente consegui controlar minha compulsão por revistas. Eu comprava de tudo e muito do que comprava nem gostava, mas era ansioso por ler histórias, desenhos, traços... sabia quem eram os autores, os desenhistas, a letrista, os coloristas, as patentes, as marcas, os nomes e codinomes. Lia de Neil Gaiman a Chris Claremount.
Lembro-me de passar horas em sebos e livrarias especializadas procurando por revistas em quadrinhos antigas, fosse para completar minhas coleções, fosse para conhecer coisas novas. Eu ia muito na livraria Muito Prazer, que ficava na Av. Ipiranga, no Centro de São Paulo. Velhos tempos.
Hoje, tive um revival e resolvi dar uma olhada na minha coleção de gibis. São muitos, quase não tenho mais espaço para guardá-los, mas não consigo me desfazer deles. Hoje essas revistas em quadrinhos já estão bem antigas, mas super bem conservadas, longe da umidade de das traças. Quem sabe algum dia minha filha tenha interesse por elas.
Voltei para a internet para ver o que o mundo digital teria a oferecer para nós, amantes de histórias em quadrinhos retrô. Encontrei o site Barnacle Press, uma espécie de arquivo de páginas e tiras de quadrinhos do início do século passado. Bel legal.

Os Quadrinhos foram um problema para mim quando eu tinha uns 14 anos. Viciei. Comprava vários títulos, gastava tudo o que eu ganhava do meu trabalho na loja de colchões com quadrinhos, no mesmo dia que recebia, gastava

Este vicio durou de 1994 até 1997, mais ou menos, quando finalmente consegui controlar minha compulsão por revistas. Eu comprava de tudo e muito do que comprava nem gostava, mas era ansioso por ler histórias, desenhos, traços... sabia quem eram os autores, os desenhistas, a letrista, os coloristas, as patentes, as marcas, os nomes e codinomes. Lia de Neil Gaiman a Chris Claremount.

Lembro-me de passar horas em sebos e livrarias especializadas procurando por revistas em quadrinhos antigas, fosse para completar minhas coleções, fosse para conhecer coisas novas. Eu ia muito na livraria Muito Prazer, que ficava na Av. Ipiranga, no Centro de São Paulo. Velhos tempos.

Hoje, tive um revival e resolvi dar uma olhada na minha coleção de gibis. São muitos, quase não tenho mais espaço para guardá-los, mas não consigo me desfazer deles. Hoje essas revistas em quadrinhos já estão bem antigas, mas super bem conservadas, longe da umidade de das traças. Quem sabe algum dia minha filha tenha interesse por elas.

Voltei para a internet para ver o que o mundo digital teria a oferecer para nós, amantes de histórias em quadrinhos retrô. Encontrei o site Barnacle Press, uma espécie de arquivo de páginas e tiras de quadrinhos do início do século passado. Bel legal.

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