Quem é você?
Pergunta difícil, não?
Bem, tenho uma opinião pouco ortodóxa da realidade. Não acredito em valores pré estabelicidos e cartilhas para viver. No meu caso, sou formado em jornalismo, mas vejo o jornalismo por uma perspectiva diferente. O jornalista é contador de histórias ao mesmo tempo que é um historiador contemporâneo - e tem a obrigação de fazer parte da história ou realidade que retrata. Mas... de qual realidade estamos falando?
Da realidade que escolhemos para nós. Quem me conhece sabe que eu gosto de escrever, de cantar, de tocar guitarra, de desenhar, de esculpir, de fotografar... esta é a minha verdadeira face. Escolhemos ser aquilo que nos faz bem, abraçamos o dom que Deus, mas nem sempre esta apitidão nos é suficiente para nutrir as necessidades básicas. Nem sempre recebemos apoio institucional ou econômico para levar adiante aquilo que fazemos por amor e dom, nem sempre é possivel viver daquilo que acreditamos ou somos realmente bons e muitas vezes nos frustramos com isso.
Quantos cantores Josés trabalham duramente em obras e construções, ocultando seu talento que poderia trazer sorriso a muitas almas angustiadas? Quantos poetas Eduardos trabalham engravatados trancados em escritórios sem poder sequer contemplar a luz da lua que, lá fora, clama por teus versos? Você sabe qual é o dom da pessoa na mesa ao seu lado? Você já mostrou seu talento para alguém no seu trabalho? Na sua faculdade? Por que deixar nossa mente ser sugada por uma fração da realidade que mata a criatividade e cega a alma? Você acrdita que ficará rico trabalhando? Você acredita que será feliz com dinheiro apenas?
Nós, do Bravus.Net, acreditamos em sonhos, acreditamos na capacidade humana de gerar algo que só o homem é capaz de fazer. Queremos amplificar a vóz de ilustres desconhecidos, mostrar que o mundo criativo brasileiro vai muito além das telas de TV. Quantos deles vagam pelas ruas, presos a seus conflitos, desejando romper essa muralha e mostrar quem verdadeiramente são?
Está na hora de usar essa tal de internet para uma boa causa: libertar as pessoas da escravidão institucional que prega o trabalho como única verdade.
Nós dizemos que o homem precisa de arte para viver, senão não haverá diferença entre um corpo humano e uma maquina.
MANIFESTE-SE, SEJA BRAVUS.



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