Sete Vidas

8/01/2009 · Imprima este artigo


Não importa o quanto você é durão: Sete Vidas vai te fazer chorar.

Will Smith completou 40 anos mas nem parece. Aliás, a maturidade fica clara apenas quando Smith incorpora de corpo e alma personagens que, de tão bem interpretados, acreditamos ou gostaríamos que fossem reais. Assim foi em “Hancock”, “Eu sou a Lenda” e “À Procura da Felicidade”.

Aliás, a interpretação exata de personagens que submetem à auto-sacrifícios heróicos como em “À Procura…” e agora em “Sete Vidas” (Ambos dirigidos por Gabriele Muccino” se tornam inspiradores e trazem um certo orgulho quando nos identificamos em qualquer ponto com o personagem. Ponto para Smith.

Sete Vidas é um filme feito para lavar a alma com lágrimas. No filme, Will é Ben Thomas, um misterioso fiscal do imposto de renda um tanto fora do comum. Como um Dexter às avessas, ele escolhe nomes para uma lista de pessoas em débito com o fisco e as segue, observando-as na vida pessoal e profissional.

Ben parece não muito interessado em seu dever - receber os pagamentos em atraso com o Leão. O negócio dele é saber o quanto seus devedores são bons seres humanos e merecem apoio. Mas quando o caso é o contrário, bem… não cometerei um spoiler.

Um grande mistério envolve o passado de Ben e seu amigo Dan, um pacto e uma água-viva que Ben tem em seu quarto, num aquário, não é apenas parte da decoração, como se verá.
Sete Vidas é feito sob medida para abalar corações e arrancar lágrimas. Muccino está alcançando seu objetivo de tornar-se o Frank Capra atual associado a Will Smith.

Imagem de Amostra do You Tube

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