Sexta Soul e a vocação Bravus

Pra que serve a arte?

Não vou filosofar aqui. Este texto é apenas uma reflexão sobre os caminhos que o Bravus vem tomando nos últimos meses perante sua vocação.

A arte existe porque temos sentimentos complexos que geram inspirações e um cérebro com um lado consciente e outro inconsciente. Temos também uma ânsia, algo que nos move e nos torna eternos insatisfeitos e transformadores inconformados.

Somos Jornalistas? Não, apesar do diploma pendurado na parede, nos propomos, assim como outros sites e blogs que existem, a fazer mais do que isso. Jornalistas poderiam ser máquinas que observam e relatam. Somos humanos e não nos conformamos em apenas relatar. Queremos fazer arte também, mesmo que seja a arte da informação, a arte da produção, a arte da viabilização, a arte da realização.

Foi por isso que aconteceu o Bravus Sexta Soul, neste dia 25. E o Soul – alma – não poderia ser mais indicado para a celebração da união de tantas mentes, corpos, sangues e suores que compõem uma comunidade de inconformados transformadores, que fazem de suas vidas uma doação para o mundo – mesmo que este não saiba – e fazem de seus dias bem vividos (apesar de muitas vezes incompreendidos e solitários) uma continuação da malha que vêm sido construída pelos heróis de outros tempos.

Falo dos presentes (e alguns ausentes) da Bravus Sexta Soul: As Bandas Guing, Projeto Nave, Divas, Zeca Urubu, Sotádicos, Funk Soul Brothers Groove, Carnal Desire e New Faces, além dos Guerreiros Cênicos da Brava Companhia e os Blogueiros Ricardo Corrêa, Rubens Mendonça e Thomas Camargo, o Designer Eduardo Pinheiro, o Documentarista David Sant’Anna, a Candidata Soninha Francine e tantos outros que, correndo pelas vias vezes marginais e subterrâneas, alternativas e arranhadas, cinzentas e ingratas, fazem da arte e da manifestação da alma o meio de encontrar e trazer sentimentos e reflexões à sua vida.

Não lemos e escrevemos poesia porque é bonitinho. Lemos e escrevemos poesia porque somos membros da raça humana e a raça humana está repleta de paixão. E medicina, advocacia, administração e engenharia são objetivos nobres e necessários para manter-se vivo. Mas a poesia, beleza, romance, amor, é para isso que vivemos.

Mr. John Keating (ou Oh Capitão, meu capitão) em Sociedade dos Poetas Mortos

Um brinde À nossa guerra contra o senso comum, Bravus guerreiros. Obrigado à todos e até a próxima!

Comentários

4 Comentários para “Sexta Soul e a vocação Bravus”

  1. Rod on julho 26th, 2008 21:49

    Caralho to com ressak de ontem ainda!!!!!!!!!!!!!
    6ª Soul foi foda!!!!!!!!!!!
    q sede!!!!!!!!q dor de kbeça!!!!!!!!!
    se cuida rapaziada.

  2. Denis on julho 28th, 2008 11:45

    Pois é... foi bacana pra caramba mesmo. Pena que com a lei seca, não pude curtir uma ressaca no dia seguinte, hehehe.

  3. vini atalaia on julho 30th, 2008 14:26

    é... galera a festa foi show e pra garantirmos o direito à ressaca de todos aqueles que participarem da próxima acho que devemos iniciar o projeto ultra secreto: "FREE BAR"

Tem algo a dizer?